segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O Conselho Disciplinar enfrenta ... as vítimas

A Colina do Sol tem uma sistema de múltiplos conselhos para o fim de expulsar sócios. É uma sistema que, no papel, parece ótimo - mas a Constituição do antigo USSR garantia mais liberdades dos que a dos EUA ... no papel. Na prática, a teoria é outra.

Acima do "Conselho Disciplinar", é possível apelar ao "Conselho Administrativa", e de lá para a FBrN. Parece cheio de garantias. Até que se lembra de que a Colina do Sol já operaram durante anos com o mesmo CNPJ e o mesmo presidente.

A Colina do Sol é uma comunidade extremamente pequena. Todos se conhecem, todos fofocam - até parece que não fazem mais nada na vida. (Até ouvi, de alguém que foi foco desta vigilância, que um membro antigo da comunidade, que acumula os papeis de traficante de drogas e informante policial, chegou ao ponto de vascular lixo para contabilizar camisinhas usadas ...)

Um juiz, quando encontra um conhecido no processo, se recusar de julgar o caso, para garantir a isenção e a impessoalidade. Pela natureza da Colina - que foi reduzido ao menos de dez habitantes pela guerra da diretoria atual contra os sócios - a impessoalidade é impossível.

Ontem vimos a reclamação de sr. Fritz Louderback contra Joáo Ubiratan dos Santos, vulgo "Tuca", pelas agressões verbais do ex-sequestrador contra tanto Fritz quanto contra os filhos de um sócio patrimonial.

A resposta do "Conselho Disciplinar" foi completamente desequilibrada. Transformou a investigação do agressor, em acusações contra suas vítimas:




COLINA DO SOL
Clube Naturista

Of.C.Disciplinar 006/2007 CNCS, Morro da Pedra, Taquara,RS, 12 de maio de 2007

Confidencial

Ao sócio
FREDERIC CALVIN LOUDERBACK
Nesta

Senhor Sócio,

Referimo-nos ao processo disciplinar originário de sua carta de reclamação contra João Ubiratan dos Santos datada de 04/04/2007, referente a fatos ocorridos em 24/03/2007. Este processo encontra-se em fase de averiguação, oitiva de testemunhas e estabelecimento de contraditório. Contamos, portanto, com sua valiosa colaboração no sentido do estabelecimento da verdade, prestando os esclarecimentos que se fazem necessários.

Tendo como ponto de partida o seu expediente acima referido mas confrontando-o com o depoimento do acusado e os relatos das testemunhas já ouvidas é essencial que V.Sa. esclareça os pontos a seguir enumerados. Para tanto e no sentido de concluir o mais rapidamente possível este processo disciplinar solicitamos que o faça, no prazo máximo de sete (7) dias.

1. Porque o Sr. considerou os cheques emitidos por João Ubiratan como "fraudulentos" quando na verdade eram cheques pré-datados dados em garantia de empréstimo ao denunciado ? Sobre esse empréstimo foram cobrados juros e sobre os seus atrasos foram cobradas multas remuneratórias ? O Sr. já efetuou outros empréstimos para colineiros ? Em que condições ? Solicitamos que informe a que ONG foram doados os seis (6) cheques do denunciado, esclarecendo seu nome, endereço e CNPJ. O Sr. integra essa ONG ou alguma outra ?

2. Pedimos informes sobre as quatro (4) crianças que aguardavam V.Sa. na Portaria do CNCS no dia 24/03/2007, informando, seus nomes, idades e endereços de seus pais. Segundo informou no seu expediente acima referido todas crianças seriam naturistas, membros da YNAI e portadores de passaporte da INF, razão pela qual solicitamos a informação de quem, como (quais critérios utilizados) e quando as mesmas foram definidas como afiliadas dessas entidades.

3. Segundo seu relato, as crianças que o acompanhavam traduziram para V.Sa. o que o Sr. João Ubiratan havia falado. Fineza informar, pois, quais delas e o seu grau de conhecimento da língua inglesa, para ter podido desenvolver a contento essa tarefa de tradução.

4. Face vários relatos de testemunhas, perguntamos quem são as crianças e adolescentes que frequentemente o visitam em sua residência, qual o motivo dessas reuniões e qual a duração média das mesmas ? Algumas delas desenvolvem algum tipo de trabalho em sua residência ?

Sendo o que tínhamos para o momento aproveitamos para reiterar a importância desses esclarecimentos de V.Sa. para que este Conselho Disciplinar possa chegar até a verdade final dos fatos.

Saudações Naturistas
(assinado)
Astrid Niewöhner
Conselho Disciplina
(assinado)
Claudete Zagonel
Conselho Disciplinar

(assinado)
Paulo Roberto Mottola
Conselho Disciplinar

 

A mentalidade da Colina do Sol está muito bem esclarecido nestas perguntas - nenhuma das quais visa esclarecer os fatos da agressão, mas somente em denegrir quem acusava o grande Tuca, aposentado da vida de crime.

Sobre a primeira pergunta - os cheques e os empréstimos o assunto não era porque Tuca estava zangado, mas da pena adequada para sua incapacidade de controlar seus comportamento. Mas os cheques estavam, sim, vencidos, dois deles mais de 90 dias. O combinado era que Tuca os resgataria em dinheiro no data de vencimento, que ele parou de fazer quando o ataque da corja contra os estrangeiros ganhou volume. Os juros do sr. Louderback, por ano, era equivalente ao que o banco cobraria por mês, então os empréstimos eram bastante "camaradas". Fritz também já tinha emprestado para Raul e Bete, e para Eta, como já explicamos em detalhe e com documentos aqui.

No caso de Raul e Bete, antigos donos do mercadinho da Colina, CNCS não somente tinha ciência do empréstimo, mas tinha dado seu aval: se Raul e Bete não pagassem, transferiria sua cabana para Fritz Louderback. Tenho o papel em alguma lugar, mas não comigo aqui.

Da pergunta do ONG, Brasil tem uma sistema forte de coibir a emissão de cheques sem fundos, e é praxe que cheque passa de mão em mão. A tentativa do CNCS de enfiar seu nariz numa transação comercial que é de competência do Cartório de Protestos, só pode ser explicado como o pecado capital de soberba.

A segunda pergunta - quem são os garotos? - bem, seus nomes estão na carta acima das assinaturas dos seus pais, o endereço dos seus pais é o mesmo da Colina do Sol - Estrada da Grota, s/n - e conforma as regras, todos tinham ficha com foto na secretara do CNCS. Realmente, é impossível chegar na portão principal do clube sem passar em frente da casa de Marino, e a casa de Sirineu fica bem ao lado da rota mais direta do CNCS para Taquara.

Porque perguntaram, então? Talvez porque não leram a carta. Constataram que o reclamação era logo contra Tuca, e na pressa de defender-lo, nem deram bola para os detalhes da acusação.

Da terceira pergunta - como é o inglês dos menores - como que isso importa? As ofensas de Tuca foram proferidos em português, os testemunhas precisavam somente repetir-las na língua pátria.

Referente a última pergunta, já foi amplamente esclarecido aqui o que as crianças faziam na casa de Fritz: cuidaram do jardim. Pagar eles para esta tarefa era uma maneira de ajudar os que precisavam ajuda, sem ferir sua dignidade. Mas a pergunta nada tem a ver com as agressões sofridos por visitas convidadas, e filhos de sócio patrimonial, dentro das regras vigentes.

Em soma: o "Conselho Disciplinar" não fez uma única pergunta visando esclarecer as agressões proferidas pelo João Ubiratan dos Santos, vulgo "Tuca". A noção de que este "Conselho" tinha isenção, o desejo de investigar, ou juízo ... é cabalmente desmentido por esta carta.

E nem vimos a decisão ainda. Um dia destes publico. Tanto papel, tantos bobagens...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Porque Colina acusou pais e crianças?

Em três anos olhando o caso Colina do Sol, não examinei porque Sirineu e Marino, dois dos pais de Morro da Pedra, foram denunciados. Afinal, Fritz Louderback ajudou muitas familias. Ouvimos que umas famílias foram descartadas por terem filhas - e dava mais Ibope pintar Fritz e Dr. André de gay. Achei que Marino e Sirineu eram uma escolha aleatória, ou os que sobraram.

Entendemos porque Isaías foi denunciado - era para ficar fora, conforme Delegado Juliano Brasil Ferreira falou para a imprensa, até que Isaías denuncia ao Corregedoria a coação que seus filhos sofrerem às mãos do equipe de Delegado Juliano. Ai, virou conivente com abuso.

Fritz Louderback resolveu deixar Colina do Sol e Brasil - até que seja chamado pela Justiça - por motivos que vão desde a saúde de Barbara,já abalada com os três anos de estresse deste processo absurdo, à baixa do dólar, e à cegueira seletiva do Ministério Público e do Fórum de Taquara, que nunca enxergam os abusos e estelionatos da Colina do Sol.

Fritz está limpando a casa, e eu estando em Taquara, me passou uma caixa de papeis que achava poderiam ser úteis para o livro. Incluindo uns papeis dos quais até ele já se esqueceu.

Reclamaram de "Tuca"

Sirineu e Marino assinaram uma reclamação ao Conselho Disciplinar da Colina do Sol, como responsáveis para seus filhos, quer eram testemunhas dos insultos de João Ubiratan dos Santos, vulgo "Tuca", contra Fritz Louderback - e vítimas, eles mesmos, dos insultos do mesmo "Tuca".

"Tuca", para quem não o conhece, começou como cúmplice de Celso Rossi na Praia do Pinho, onde conforme relatos Celso também vendeu o direto de residir em terras alheios. Antes disso, "Tuca" foi condenado ao seis anos de prisão por seqüestro, conforme ficha ao lado. (Quem ache impróprio relembrar o passado criminal de Tuca, respeitamos a lei brasileira; e respeitamos o fetiche do "outro lado" da imprensa brasileira dando a versão de Tuca: ""Já seqüestrei, já roubei, e já fiz coisas piores."

Pela relato do sr. Louderback, Tuca - cujo "camping" fica ocupando o leito da estrada publica logo dentro da porteira- interpelou Fritz e umas crianças de Morro da Pedra, e começou proferir insultos tanto ao Fritz quanto aos menores, que lá estavam dentro das regras. Três eram filhos de sócio patrimonial, mas para Tuca eram "moleques" e Fritz, uma "pessoa suja" por ter os trazidos.

Mais de uma pessoa já me falou de um jovem de 14 anos que ficou um verão inteiro, somente com um amigo da mesma idade, enquanto o pai, sócio patrimonial, visitava somente nos finais de semana. Sem reclamação da corja, pois o pai era de Porto Alegre, e não uma das pessoas de Morro da Pedra, socialmente inferiores na visão igualitária dos naturistas.

Ainda conforme a reclamação, Tuca resolveu por contra própria, banir as crianças, dando ordem à funcionária da porteira, de que era para barrar quem tinha pleno direto de entrar pelas regras vigentes.

Mas é a historia que ouvimos sempre da Colina do Sol: as regras valem para uns, os privilégios, para outros. Houve sempre o favorecimento de um pequeno grupo.

Vimos aqui, então, o motivo da vingança contra estes pais, e contra estes menores. E para quem acha que ser acusado de ser prostituto homossexual juvenil não seja uma maldade - que seria uma tentativa de "proteger as crianças" - você gostaria que alguém "protegesse" seu filho, frente todos seus amigos, vizinhos e colegas?

Noto que J.L.O. foi - além de Douglas - o único dos menores contra quem a corja contou uma mentira específica. Ainda não contamos d'Ela que Falava com os Mortos, que contou acusações que ouviu de não uma mas de duas pessoas que tinham morrido. Tudo que veio da corja, no caso Colina do Sol, era de "ouvi dizer". O que ela falou de um dos informantes, foi desmentido pela carteira de trabalho da sua esposa; o outro falou seus segredos logo antes de morrer ... de câncer na boca, que tinha o deixado mudo já faz muito tempo. Mas isso é para outra hora.

Temos aqui a motivo porque Sirineu e Marino e seus filhos foram escolhidos para sofrer com isso, e não outros. Falar mal de Tuca, que já seqüestro, roubou, e fez coisas piores. E veio a vingança.

Amanha, vamos ver a resposta do "Conselho Disciplinar", e a natureza dos procedimentos companheiros da Colina do Sol.


Colina do Sol — Morro da Pedra — Taquara. 04 de Abril de 2007.

Ref: Carta de Reclamação contra o Tuca

Prezados Conselheiros da Colina do Sol,

A intenção desta carta é uma reclamação a respeito do comportamento do Tuca (João Ubiratan dos Santos) contra mim e contra quarto crianças no Portão da Colina do Sol no Sábado, dia 24 de Março de 2007. Duas das crianças ofendidas pelo Tuca são filhos de um sócio patrimonial. As outras duas crianças ofendidas são minhas convidadas, mas tambem são suportadas por outros membros da Colina quando aqui estão. Todas estas crianças são naturistas e eles são membros da YNAI. Todos eles tem a permissão dos pais para entrarem na Colina e participar das atividades naturistas bem como todos tem seus Passaportes da INF. Deve ser dito novamente aqui que em nenhuma área naturista do mundo é permitido, pela INF, o impedimento de entrada de qualquer pessoa portadora do Passaporte da INF. A INF não reconheçe como naturista nenhuma area que não receba crianças.

No portão, aproximadamente as 10:30 da manhã, eu estava saindo da Colina para o Morro da Pedra. Emelia, a atendente do portão, apresentou-me um cartão listando os nomes das crianças não membros que ali estavam. Eu assinei o cartão e continuei a sair da Colina com as crianças dentro de meu carro. Tuca aprouximou-se do meu carro indicando que ele queria conversar comigo. Eu parei meu carro, abaixei o vidro e ofereci meu melhor "Bin Dia". Ele começou a falar que eu era uma pessoa suja por trazer estes "moleques" para dentro da Colina e que eu deveria estar atrás das grades por trazer estas crianças para cá. As crianças, extremamente ofendidas, traduziram isto para mim. Mesmo sem entender totalmente o que ele falou, consegui compreender a discriminação mostrada por sua façe e ações contra estas crianças. Nada mais foi ditto. Eu parti da Colina e retomei sem nenhum outro incidente.

Posteriormente, fui informado pelo Andre que a Clecy foi avisada pela Emelia que o Tuca esteve no portão ordenando que ela não permitisse a entrada destas crianças e que tambem tentou entrar na casa da portaria para pegar os papeis que autorizam a entrada destas crianças. Quando a Emelia não permitiu isto, ele foi para a Central e tentou pegar as cópias destes papéis.

Eu gostaria de informar ao Conselho Diretor da Colina do Sol que Barbara e eu emprestamos ao Tuca R$6.000,00 (seis mil reais) para a reforma de parte do telhado da casa deste homem e que doamos 6 dos 12 cheques predatados, que ele nos deu como pagamento, para urna entidade de caridade que ajuda as pessoas pobres do Morro da Pedra. Quatro destes cheques não tinham fundos. A entidade de caridade está tomando as ações legais contra o Tuca por estes cheques. No meu entendimento estas crianças da Colina do Sol não fizeram nada de errado e que suas presenças seguem exatamente o que é determinado como naturismo na Colina do Sol e no Brasil. Eu acredito que o verdadeiro motivo desta revolta do Tuca é porque tomou-se attitudes legais em virtude dos cheques fraudulentos dele. A falta de habilidade dele em praticar o seu auto-controle foi facilmente demonstrado por estas atitudes.

Este comportamento discriminatório do Tuca é contrário as nórmas éticas do naturismo. Suas atitudes representam um perigo para a Colina do Sol e para o Naturismo no Brasil. Por este motivo, eu peço à este Conselho Deliberativo que remova o Tuca da Colina do Sol permanentemente e que estas atitudes dele e esta decisão seja reportada à FBrN e talvez até para a INF.

Obrigado

Abraços,

(assinado)

F. C. "Fritz" Louderback

Testemunhas: JS, RAS e GFD

(assinado)

Sirineu da Silva (pai deles)

Testemunha: JLO

(assinado)

Marino Oliveira (pai)

 

sábado, 5 de fevereiro de 2011

A promotora e as pedreiras

As pedreiras são o pano de fundo por tudo no Morro da Pedra. A estrada passa em volta, ou até dentro delas; o Colégio Jorge Fleck fica onde pedra grês foi retirada; os caminhões cheios de pedra e trabalhadores tomam conta das estradas no final de tarde, e do estacionamento do Barracão aos sábados. E o assunto que mais atrai leitores para este blog, é o arenito de Morro da Pedra.

Ximena Cardozo Ferreira (MPRS/Distribuição)
É um constante, mas em cada viagem, é diferente. Nesta última visita a Morro da Pedra, notei numa pedreira que sempre passo, uma nova placa com o número da licença ambiental. Visitando um trabalhador de pedra, vi um respirador pendurado no varal - e sua esposa até sabia que o filtro precisava ser limpado separadamente, sem o uso de água. Algo, então, está mudando: estão usando equipamento de proteção, é não somente "para inglês ver."

Uma que está mudando as pedreiras é a promotora deo meio-ambiente, dra. Ximena Cardozo Ferreira, cujo trabalho em prol do meio-ambiente já lhe rende o Título de Cidadã Taquarense. Falei com ela quinta-feira sobre sua luta.

Quando dra Ximena assumiu a promotoria do meio ambiente de Taquara em 2003, ela encountrou uma quantidade enorme de inquéritos civis sobre a extração irregular de pedra grês no município. Os inquéritos estavam em grande parte parados, muitos aguardando que FEPAM - a Fundação Estadual de Proteção Ambiental, em Porto Alegre - tomasse procedimentos para a regularização.

Um inquérito civil, ela explicou, é um procedimento extra-judicial - corre somente na promotoria, não na Justiça. Continua na Promotoria até que a situação é resolvida, ou se não for resolvida, o inquérito civil se transforme num processo mesmo na Justiça.

Foi criado um plano de procedimento, contando com a cooperação da FEPAM e também da Policia Ambiental, que faz parte da Brigada Militar. Uma das metas era chegar ao "passivo zero" de pedidos de regularização aguardando providências de FEPAM, e nesta etapa FEPAM cumpriu seu parte, fazendo as vistorias necessários para a concessão de licenças ambientais.

Esclarecimento e orientação

A primeira parte da campanha focou na educação, em esclarecer para a população a necessidade de regularizar. "Não adiante só fechar, e deixar centenas de pessoas sem trabalho."

Um exemplo da metodologia da dra Ximena foi uma reunião na sociedade de trabalhadores de pedra na comunidade de Fazenda Fialho, vizinho ao Morro da Pedra. "Era um momento de esclarecimento e orientação. Explicamos que quem não participava na regularização ia sofrer fiscalização. Mas também entregamos nas audiências as licenças já expedidas pela FEPAM. E para todos que ingressaram, fizemos uma espécie de moratória, enquanto os pedidos foram examinados."

Fiscalização

Houve no começo umas grandes "operações" com muito pessoal, até que FEPAM se retraiu neste área - o plano de ação não está mais operando. Porém, a fiscalização continua, agora sendo feito pelo MP e a Polícia Ambiental. Dra. Ximenta aponta que o novo comandante da Brigada Militar na região tem demonstrado preocupação com as pedreiras irregulares, até porque as pedreiras atraiam pessoas de outras comunidades que contribuem para a alta de criminalidade. Parece que o trabalho sem registro, ao margem das leis de trabalho, é atraente para quem age a margem da lei em outras áreas também.

Eu tinha ouvido exatamente isso de uma amiga criada em Morro da Pedra, que recomendou não andar a noite numa certa viela de Morro da Pedra, pois lá há uma grande comunidade de pessoas egressos de uma cidade maior da região.

Números

O número de inquéritos civis é vasto, e Dra. Ximena fez um levantamento quantitativa em outubro quando foi convidada a dar uma palestra na universidade ULBRA. Ela estimou em 500 os "frentes de trabalho" em Taquara, mas avisou que o número não quer dizer 500 pedreiras.

Ela mostrou a foto acima, explicando que "Esta é uma única propriedade, mas cada parede vertical aqui é um "frente" diferente, cada um com seu dono. Se poderiam cooperar seria uma licença e não sete, mas eles não conseguem chegar a um acordo entre eles. Então aumenta o número de procedimentos, que atrasa a regularização."

As licenças são de quatro anos, e prevêem não somente a extração da pedra, mas a recuperação ambiental da área. Seu cumprimento é fiscalizado pela FEPAM.

"O morro não acaba"?

Ouvi de Jairinho na minha primeira visita para Morro da Pedra, de que "o morro não acaba". Conforma a sabedoria local, depois uns anos de abandono, o mato retoma a pedreira - veja foto ao lado.

Não é bem assim, disse Dra. Ximena. Um paredão grande não volta à floresta sozinho. É preciso atos conscientes do homem para devolver a pedreira esgotada à natureza.

As licenças ambientais já contém as providências a ser tomadas durante a vigência da licença. "Até o final do tempo, já é restabelecida. Tudo isso já consta na licença."

Floresta Secundária

Sr. Side, o habitante mais antiga do pedaço, me contou de que 40 anos atrás, os morros visíveis da sua casa em frente da igreja "era tudo pasto e roça", e que as árvores de Morro da Pedra somente vierem quando o povo parou de cultivar a terra, e de pastar seus animais. Perguntei ao Dra. Ximena se esta floresta mais jovem que pessoas merecia tanta proteção ambiental.

"Brasil é um país de floresta secundária - quase não há floresta primária. Se a floresta voltou, é porque tinha um banco de sementes. A floresta foi desmatada, mas quando o cultivo parou, voltou. Todas as florestas - primários ou secundários - tem a proteção do Código Florestal", ela esclareceu.

Crianças, salubridade, meio-ambiente

Os problemas que mais ouvi associados com pedreiras são de trabalho infantil, condições insalubres de trabalho, e danos a meio-ambiente.

Trabalho infantil seria da competência da Vara de Infância, que é de Dra. Natalia, ao quem já dispensamos bastante atenção e pouco carinho aqui.

Os assunto de salubridade de trabalho seria um assunto para o Ministério Publico de Trabalho, que não tem em Taquara mas somente o regional em Novo Hamburgo, que cuida da região. Nós já notamos aqui, a fiscalização no MPT nas pedreiras.

Mecanização

"Antigamente acordamos de manha com o tec, tec, tec, de gente abrindo valeta com martelo. Hoje em dia, não se ouve mais isso" me contou uma mãe cuja familia mora ao lado de uma pedreira. Já tratamos aqui da maneira em que a pedra grês é retirada: valetas são feitas, e varas são inserido no horizontal para separar a pedra conforme suas camadas naturais. Hoje em dia as valas são abertas com serras elétricas, que criam a poeira tão nocivo aos pulmões dos trabalhadores.

Dra Ximena ache que a mecanização não procedeu tanto assim, que quando eles fazem alguma apreensão de ferramentas num pedreira irregular, é quase tudo martelo. Ela nota que pelo menos na extração de pedra grês o uso de explosivos não é um problema, pois a técnica é incompatível. Em saibro - também extraído na região - seria possível.

Ela veja a mecanização como algo que poderia racionalizar a extração de pedra grês, resultando em menos desperdício - menos dos cacos que muitas vezes acabam na beira dos rios.

Outra coisa que poderia ser benefício, a promotora disse, é a utilização de técnica melhor. A técnica tende a ser muito primário, sem orientação técnica. A corte reta, por exemplo, faz esgotar a pedreira antes.

Papel do município

Nós conversamos em 2009 com o Diretor de Mineração do Município de Taquara. Dra Ximena confirmou que a cidade assumiu a tarefa de regularização de pedreiras de até dois hectares. Ela está investigando um caso em que parece o município expediu uma alvará sem o registro com o DNPM, que deve ser anterior.

Ela continua, então, de olho. Enquanto aguardava a entrevista, notei no mural da MP um inquérito civil de 28/01/l1 sobre uma pedreira no Beco de Dorival, em Pega Fogo, outro sinal de que a fiscalização do MP continua.

Uso de tecnologia para fiscalização

Google Earth é uma tecnologia nova, e tem sido de grande utilidade para mim na minha investigação dos fraudes das terras da Colina do Sol, então perguntei de como a tecnologia tem servido no trabalho de fiscalização. Dra. Ximena contou que a promotoria até começou fazer sua propria mapa com as fotos feitas durante fiscalizações.Utilizam, sim, o Google Earth e outro geoprocesamento. (Em abril do ano passado, na festa do aniversário da cidade, vi as mapas digitais que o executivo municipal usam, e me disseram que há outro fonte com dados melhores do que os de Google para a região.) Ela conta também com o "Centro de Apoio Operacional" do Ministério Publico, em Porto Alegre.

Futuro de pedreiras de Taquara

O diretor da mineração municipal já nos falou do beneficiamento de pedra - o produto entregue como uma matéria nobre de acabamento, em vez de como um alicerce mais barato de que o concreto. Arenito Möller no RS020 é o exemplo mais indizível da tendência. Dra. Ximena está a favor da tendencia, dizendo que "Quanto mais se agregar, mais retorno, traz benefícios para a comunidade.” O aumento quantitativo de que ouvi, o Ministério Público não está sentindo. Mas a promotora não está preocupada com mais pedra sendo extraída, afirmando que "o que nos preocupa é a clandestinidade."

"Uns acreditaram que ficaríamos somente na conversa. Mas quem extrair sem licença será sujeito a ação nas três esferas: administrativa, civil, e criminal. Tanto mais cedo regularizar, mais barato fica".

Outro ponto que ela quer que seja entendido, é que enquanto geralmente o dono da terreno somente arrenda a pedreira ao outro que a explora, "Ambos sujeito as penas, o dono e quem explora. Ainda, quem compra terra com uma pedreira com problemas ambientais, compre os problemas juntos. Pela legislação, as responsabilidades fica com "a coisa".

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Resumo da Ópera

Até para os leitores fieis, há tantos detalhes no caso Colina do Sol, que é bom de vez em quando, resumir o caso.

No 11 de dezembro de 2007, quatro naturistas foram presos dentro e perto da comunidade naturista Colina do Sol, pelo equipe do delegado Juliano Brasil Ferreira, sob acusações de pedofilia.

Era aparente, desde o começou, que as acusações eram falsas. O caso tinha três polos: os acusados, que negaram o crime; as "vitimas", que negaram o crime; e os acusadores, de dentro da Colina do Sol, devedores e desafetos dos acusados.

Certidões falsas, exames sonegados

Houve crime? Sim, por parte dos policiais do Departamento de Homicídios que agiram no caso. Fizeram "certidões" de que encontraram pornografia infantil; os laudos do Instituto Geral de Perícias/Instituto Criminalista cabalmente desmentiram as "certidões". Sem rodeadas, os policiais mentiram. As mentiras nas "certidões" foram divulgadas imediatamente para as câmeras de televisão; os laudos que revelaram a inocência dos acusados, e comprovaram os crimes dos policias, aguardaram prontos durante meses até que finalmente o Departamento de Homicídios os entregaram à Justiça. Exames de corpo de delito foram feitos em menores, na semana das prisões. Um, positivo (negado na hora pelo examinado, e posteriormente por médico especialista) chegou no inquérito no mesmo dia; seis laudos negativos, demoraram oito meses para chegar no processo.

A falsa psiquiatra

Os menores apontados como "vitimas" negaram que houve qualquer crime. Delegado Juliano deu um jeito, chamando uma falsa psiquiatra, Dra. Heloisa Fischer Meyer, que não tem especialização em psiquiatra no CREMERS nem curso credenciado, para retorcer as palavras dos jovens e afirmar que foram abusados, sim. Delegado Juliano também chamou psiquiatros verdadeiros - mas lhes deu informações falsos, para induzir-los ao erro.

O abuso de psiquiatra funciona em pessoas de qualquer idade somente em países stalinistas, mas aqui somente com criança pequena: e no caso Colina o menor das "vitimas" faltava duas semanas para fazer 13 anos. Negaram abuso dentro do Fórum em juizo, vigorosamente. Também negaram numa manifestação pública em frente do Fórum de Taquara, em abril de 2008, para furam o "sigilo de Justiça" quer permite que a policia espalha mentiras, mas nega à defesa as armas que precisa, as provas, para comunicar a verdade.

Promotora entusiasmada com abuso sexual, abusa do conceito de que "a palavra da vítima" é irrefutável nestes casos. Não é. Mas neste caso, a palavra da vitima, é "não". Não houve abuso, não houve crime. Então, a promotora busca desvalorizar a palavra da vítima. Querem não de que a palavra da vítima não admite dúvida, mas de que esta acusação não admite defesa.

Tortura na delegacia não interessou a promotora

Um dos jovens alegou abuso, sim - depois uma interrogação de sete horas pelo equipe de delegado Juliano, com direto a tapa na cabeça, chute na perna, arma na mesa, e ameaças de que seria mandando para Febem se não acusasse o gringo. Foi com seu pai e irmãos que passaram pelo mesmo interrogatório ao Fórum e ao Promotoria no dia seguinte, denunciar a coação - ou talvez tortura é a palavra mais certo - a promotora Dra. Natalia Cagliari se negou a receber-los, mandando os três procurar a corregedoria em Porto Alegre, uma viagem que consumiria pelo menos metade de um dia, e metade a renda mensal da familia. Mandou, então, às favas.

Perseguição aos defensores

Um dos pontos mais assustadores no caso é o ataque ferrenho ao defensores conduzido pela promotora Dra. Natalia Cagliari. As crianças negaram qualquer abuso, e seus pais, conseqüentemente, se recusaram de representar para que inocentes sejam processados por um crime que não aconteceu. Um mãe, analfabeta confessada, assinou um papel que foi lhe oferecida pelo equipe do delegado Juliano, que dizerem quer era preciso para que ela representasse seus filhos perante a juíza. O marido dela não foi denunciado. Três pais que se recusaram a representar, foram denunciados com coniventes - nenhuma mãe foi denunciada, e a diferença entre as familias em que os pais foram denunciados e a família em que não foi, foi que não assinaram o que a promotora queria. Outra familia escapou pois as filhas falaram que conheciam os acusados, e falaram bem deles: e Juliano queria pintar os acusados de homossexuais, e menina no processo interferia.

Denuncia é para averiguar crime perante a Justiça. Não é uma ameaça para coagir pessoas à fazer acusações que elas sabem são falsos.

Além dos três pais denunciados, dr. Silvio Levy, o maior investidor na Colina do Sol, escreveu na imprensa publica textos pácificas defendendo a inocência dos acusados. A corja da Colina do Sol procurou Dra. Natalia, que os recebeu da mesma maneira de que se recusou a receber as crianças vítimas de tortura; os orientou para fazer registro na Polícia, e prontamente fez uma denúncia.

O presente autor não organizou a manifestação em frente do Fórum de Taquara, mas foi encarregado de chamar a imprensa: manifestação público é para ser visto. Que ele fez, de celular em mão, em frente do Fórum, no olhar de todos. Quando a manifestação foi reprimido pelo Conselho Tutelar, um dos conselheiros me deu uma cotovelada no peito - que foi filmado e foi ao ar, e até parou no site do Ministério Público! - e quem foi denunciado pelo Ministério Publico de Taquara, fui eu.

Três pais, Silvio Levy, e eu - cinco pessoas denunciados por ter dito que os acusados são inocentes. Cristiano Fedrigo, jovem que defendeu os acusados desde o começo, foi informado no Palácio da Polícia de que era "o oitava acusado", e Dra. Natalia pediu que seu celular fosse grampeado, que a juíza da causa deferiu - durante inacreditáveis e inconstitutionais dez meses!

O presente autor, no seu primeiro visita a Taquara, deixou seu cartão no Ministerio Público, pedido uma entrevista jornalistica com a promotora. Dra Natalia, na mesmo tarde, pediu um grampo! A juiza negou, mas ouvi (está sob sigilo e não tenho acesso) que dias depois, foi deferido, sendo fornecido o informação que eu fui "envolvido num caso semelhantes antes" - o notório Caso da Escola Base, referência no Brasil para estes crimes conjuntos da polícia e da imprensa.

Sem vítimas nem provas

O processo já consumiu mais de três anos, mais de cinco mil páginas, e ouviu mais de 70 testemunhas. Não há provas contra os acusados, nem indícios com consistência mínima. A promotora conseguiu um adolescente deficiente mental para contar uns mentiras contra os acusados (ele falou que tinha me visto em Taquara antes das prisões, quando eu não tinha pisado em Rio Grande do Sol em mais de 15 anos, então sei que mente). Mas fora disso, nada há.

Várious dos menores já chegaram aos 18 anos, e com a maioridade o Estado não tem mais como usar uma falsa psiquiatra para retorcer suas palavras. Falam por se mesmo, e falaram em alto e bom tom, no Tabelionato, de que nunca foram abusados.

O rôl das evidências

O Jornal NH pediu acesso aos autos do caso, apesar do "sigilo de Justiça", para se defender, promentendo somente usar na causa. O advogado que acusou NH para seu comportamento no caso (e é interessante notar que desde que viu que poderia doer na bolsa do jornal, Jornal NH não mais identifica os acusados de crimes sexuais ...) pediu o mesmo direto - e colocou os laudos que comprovam o inocência dos acusados neste outro processo, fora da mordaça do "sigilo de Justiça".

Assim poderiamos listar exaustivamente todas as "evidências" apreendidos pela polícia, junto com os laudos correspondentes. E fizemos isso.

Colocamos no blog todos os laudos de informática, vídeos, etc: nenhuma aponta evidência de pornografia ou abuso de crianças. Típico é o laudo sobre fitas de vídeo, onde colocamos o foto do site de Secretaria de Segurança Pública com a fitas tal como foram apresentado a imprensa, e como aparecem no laudo:

 
Q1: "Qual o conteúdo?"

Resposta: Trata-se de gravações contendo cenas cotidianas, algumas em situações corriqueiras de área de nudismo, sem qualquer conotação sexual, pornográfica ou similar, tampouco situações que infiram pedofilia.

 

O sigilo de injustiça

A acusação mentirosa, em todas as redes de televisão do País; a verdade, sob "sigilo de Justiça". Eu precisei redactar talvez uma dúzia de ocorrências de nomes - nomes que o site do TJ-RS coloca por extenso - para poder publicar os documentos, sem causar mais danos aos menores.

A primeira artimanha do Delegado Juliano era, depois que afirmar que os computadores estavam cheios de pornografia, afirmar que não poderiam ser acessados por ser criptografados - afirmações contraditórios, mas uma explicação para a imprensa, de porque ele não tinha as provas cabais prometidos. Na realidade, os relatórios do IC/IGP mostram que enquanto a apreensão aconteceu as 07:00 de manha, os computadores foram desligados na tarde daquele dia, que quer dizer foram ligados e examinados no Palácio da Policia - e a policia sabia que não tinha pornografia nem criptografia.

Um documento sem assinatura - e sem pé nem cabeça - que o delegado Juliano alardeou como um "relatório do FBI", saiu no Zero Hora com os números do Fórum na página, comprovando que já estava sob sigilo. O sigilo, pelo jeito, não amarra a polícia, e geralmente vem só depois do que eles já espalharam suas mentiras. E também, a policia é um "fonte oficial" atrás do qual a imprensa pode se esconder; a defesa para comprovar o que fala, precisa o poder de mostrar os documentos. A aplicação do "sigilo" na prática é desigual; até se fosse aplicado da forma equilibrada, a defesa estaria em desvantagem.

A acusação de abuso sexual de menores é uma predileta da polícia porque garante cobertura farta da imprensa, e porque sabem que vem o sigilo, que amordaça somente a defesa. Num crime verdadeiro, como o da Bar Bodega, há o perigo que evidências reais vão apontar os criminosos reais. Num crime inventado, nem este perigo a polícia corre! E podem agendar o crime para a hora que a carreira está precisando de uma ajudinha.

Mal debaixo do sol: estelionato entre os nudistas

Muito deste blog é dedicado à temas que podem parecer estranhos ao assunto principal: as terras e os estelionatos da Colina do Sol.

Mas quem diz que as acusações são falsas, ouve imediatamente, "Então porque foram feitos?"

O resposta melhor que ouvi disso veio da finada Nedy da Fátima Pinheiro Fedrigo, que descreveu os acusadores como "uma corja indo atrás de um corno". O primeiro acusador, Zumbi Steffans, estava sofrendo de dor de cabeça, pois sua esposa tinha fugida para a Praia do Pinho com o filho de apenas quinze anos do americano - não adianta acusar menor, então acusou o americano.

Nedy continuo, "Eles acham que porque moram dentro da Colina do Sol, que é uma empresa de marca, que já alcançam uma certa grandeza. Mas vão sobreviver do ar, do lago? Eles também tem que trabalhar."

Nisso Nedy estava errado. Porque trabalhar, quando podem sobreviver do estelionato? De vender o que não é deles, de vender o que já venderam, de receber de braços abertos pessoas que acreditaram na sua boa fé, extrair o dinheiro deles, e depois expulsar-los por voto, com o confisco total ou parcial dos seus bens.

Determinar os donos das terras exigiu um trabalho extenso e detalhado, entre repartições públicos e entrevistas com os vizinhos e os antigos donos das terras da Colina do Sol. Trinta e três das casas, estão nas terras invadidas dos vizinhos. E pelo mapa que submeteu na Justiça num outra causa, o fundador e eterno capitão da Colina, Celso Rossi, sabia perfeitamente disso. E o Hotel Ocara com qual ele extraiu dinheiro de estrangeiros e da Orçamento da União via BRDE, estava construído em terra de posse, e a matrícula que Celso ofereceu como investimento e garantia, era de outro terreno - um fraude federal.

Sr. Fritz Louderback, um dos acusados, chamou advogados para regularizar as terras: foram expulsos da Colina do Sol aos gritos, por aqueles que sabiam que qualquer investigação fatalmente descobriria a invasão e o fraude. Outro acusado, Dr. André Herdy, então presidente da Federação Brasileira de Naturismo, viu a confusão entre a Federação e a Colina do Sol - que compartilharam o mesmo CNPJ - e os negócios de Celso Rossi, sempre em beneficio deste último. Falou que ia averiguar - e foi preso. Ainda assim levou melhor sorte do que o americano de 79 anos Sr. Dana Wayne Harbour, maior investidor no Hotel Ocara, que acumulou caixas de documentos sobre o fraude do qual foi vítima - e que foi sufocado na sua cabana na Colina do Sol, seus documentos sendo surrupiados apesar da fita policial isolando a cabana, já na manha seguinte a sua morte.

E como está?

O caso anda parado. Falta um laudo, da máquina fotográfica do sr. Fritz Louderback, que nestes três anos e mais, apesar de ter sido determinada múltiplas vezes pela juíza, ainda não foi confeccionado - ou, pelo menos, não foi enviado da Polícia para o Fórum. Há ainda duas testemunhas, dispensáveis.

Um pouco de boa vontade, e o caso está pronto para ser julgado. E não há nada nas mais de 5000 páginas, que sustenta uma condenação de qualquer dos acusados.

Porém, há provas irrefutáveis de crimes cometidos pelo delegado Juliano Brasil Ferreira e seu equipe, e pela Dra. Natalia Cagliari, que usou e abusou dos poderes da sua carga neste caso, fazendo de tudo, menos de promover Justiça.

Houve nestes três anos inúmeros ações impenetradas na Justiça de Taquara pelo sr. Fritz Louderback, conta a perseguição incessante dos seus vizinhos e acusadores, a corja da Colina do Sol. Sempre, o Fórum de Taquara - depois de meses de artifícios como deixar o processo "aguardando juntada", resolve que o Clube Naturista Colina do Sol "tem um estatuto", e que este estatuto está acima da Constituição.

Houve, igualmente, queixa-crimes entregues na Promotoria e na Policia Civil de Taquara, comprovando uns dos múltiplos crimes da corja da Colina do Sol. O estelionato de Celso Rossi; o perjúrio de de João Ubiratan dos Santos, vulgo "Tuca", já condenado por seqüestro e "diretor de disciplina" da Colina do Sol, sem que nenhuma providência é tomada. A investigação do morte de Wayne, ainda não chegou a Justiça. Presuma-se que a Promotoria de Justiça é tão ocupado com crimes falsos, que não tem tempo para o crime verdadeiro e comprovado.

O alternativo seria que está comprometido em dar cobertura pelos crimes da corja da Colina do Sol.

Há outros crimes a ser relatadas, e umas de competência federal, fora do redomo hermético da Comarca de Taquara, onde somente os inocentes devem temer a Justiça.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

... execução contra seus bens particulares.

Celso BicadoFoto rara de outro fazendo mordida em
Celso Rossi
O velho Celso Rossi conduziu muitos atividades sob o nome "Naturis", e ainda mais sob seu CNPJ - este abrangia até a FBrN. Verônica trabalhou na revista Naturis, e foi a Justiça conseguir seus diretos, que atualizados até 18/10/2010 davam R$8.314,16.

Como já contamos aqui, CNCS comprou Naturis, sem que a diretoria do CNCS soubesse do fato (parece que confiando em Celso, assinavam o que ele colocava na frente deles).

As dívidas de Celso são o motivo da penhora das terras do CNCS no caso da Sucessão de Gilberto, onde tanto o juiz de trabalho, quanto o juíz da primeira vara civil, reconhecerem a venda como concilium fraudis para evitar o pagamento das dívidas trabalhistas. Reverterem a transferência dos bens, e a falência de Naturis.

O julgamento no caso de Verônica está chegando à fase de execução: a Justiça vai pegar bens dos credores para pagar Verônica. A Justiça notificou Celso Rossi para nomear bens de Naturis que podem servir. Conforme o juíz:

Dado o silêncio do sócio notificado fls 468, identificado a fls 52 [Celso Rossi], determino a redirecionamento da execução contra seus bens particulares.

Celso reclama contra isso, dizendo que ele "cedeu suas quotas de capital social em 16/06/2000", e que Veronica começou trabalhar para Naturis, somente depois, e que Celso não se beneficiou do trabalho de Veronica. É claro que a outra empresa para qual "cedeu", era CNCS em que no ato ficou com 50% dos votos, além do que tinha antes.

Mas o juíz achou este transação um concilium fraudis, um faz-de-conta. A tática de Celso, presuma-se, é que o juiz da 3ª Vara não vai saber que o juiz da 1ª já determinou esta mundança sem valor; as duas empresas e seus controladores sendo as mesmas.

Celso também acha que a advogada de Veronica, dra. Juçara, não vai saber do outro caso e verificar.

O que eu acho? Eu acho que tenho o email de Dra. Juçara.

O terreno ao lado.

falamos aqui do outro terreno de Celso e Paula, que fica ao lado da Colina, no outro lado da cerca no quintal de Fritz Louderback.

Celso fez um processo de usucapião neste terreno de três hectares, comprando o posse por R$12.000.

Por uma dívida de R$8 mil, um terreno de R$12 mil é um valor bem adequada - não é pouco, mas não é demais.

Mas Celso colcou o terreno à venda, apesar da dívida de R$8 mil com Verônica, e apesar dos mais de R$300 mil devido pelo Ocara Hoteis S/A, do qual ele e Paula Andreazza são fiadores.

Será que ele esta querendo vender rápido por dinheiro vivo, para alguém que depois vai se arrepender?

Não, pois o preço que ele colcou, conforme Alice Imóveis, é de R$80 mil!, que ele diz que não reduze, mas pode parcelar em até 40 vezes!

O aumento de valor sugere o golpe contra Wayne.

O que custam outras propriedades na área? No outro lado da Colina do Sol, sr. Luiz Antônio Stumpf Fleck tem um terreno com uma casa nova, que custou $60 mil, e mais 30 hectares, inclusive com uns 33 cabanas que vem juntas. Ele quer um pouco mais de $200 mil, se eu me lembro. Os Schirmer, pelo cujo sítio passa o Beco de Araújo antes que é a estrada pública é interrompida pelo cancela erguido em cima dela, queriam para seus 5 hectares somente o valor da casarão recem-erguido pelo finado Dr. Décio.

O preço de Celso, então, não é um preço real. Ninguém vai colocar seu próprio dinheiro para pagar um preço tão disproposital, ainda sabendo que o bem pode ser pego de volta a qualquer hora pela Justiça para pagar as dívidas anteriores de Celso Rossi.

Há duas opções: Ou Celso está colcando um preço irreal para evita o penhor para pagar Verônica, ou ele tem planos para que o CNCS pega o dinheiro dos sócios, e dar para ele.

Já revi muitas transações da Colina do Sol, e sempre foi assim: pagar é o papel dos outros, receber é o privilêgio de Celso Rossi.

Prefeitura anuncia melhora na Estrada da Grota

A página da prefeitura de Taquara anunica hoje que a Estrada da Grota, que ficou íngreme e às vezes impossível até para onibus passar, depois que o traçado foi mudado de um lado para outro de uma pedreira, está sendo reformado.

Antigamente, a estada passava por cima da pedreira - ao lado há um visão do fundo da pedreira. Para poder retirar a pedra debaixo do leito da estrada, foi alterado para passar da esquerda do foto para vencer a subida mais ou menos no meio da foto. Fica mais îngreme.

Levantei o assunto com o secretário de planejamento de Taquara hoje, e ele explicou que somente com a doação do terreno para a Prefeitura que foi possível fazer manutenção tão dispendoso.

 

Rebaixamento da Estrada da Grota melhorará o acesso dos moradores

Obra trará melhor segurança à comunidade local.
Magda Rabie

Um mutirão está sendo realizado, durante toda a semana, no Distrito de Pega Fogo, na localidade de Morro da Pedra, interior do Município, para efetivar a abertura da Estrada da Grota. O prefeito Délcio Hugentobler esteve na terça-feira, dia 25, vistoriando a obra. “O serviço compreende cerca de 500 metros em que está sendo feito o rebaixamento da estrada, com a canalização e colocação de saibro, para que o acesso dos moradores possa ser feito com total segurança, já que a estrada passa por uma ribanceira de uma pedreira, representando perigo, principalmente aos estudantes que precisam utilizar a passagem com o micro-ônibus”, ressalta o prefeito, observando que a estrada também é um dos acessos à Colina do Sol, um dos principais pontos turísticos da cidade.

Ao todo, trabalham no mutirão dez funcionários da Secretaria de Obras que utilizam para o serviço um trator esteira, cinco caminhões, uma escavadeira hidráulica, uma retroescavadeira e uma patrola, comandados em regime de mutirão pelo diretor de Obras, Lauri Fernando Martins e pelos secretários distritais Solandir José da Silva (Entrepelado), Ariane Fischborn Pohren (Fazenda Fialho), Larri Lutero Fernandes da Silva (Rio da Ilha), Nadir Luiz Zwetzch (Padilha), Arnildo Albano Rodrigues das Neves (Pega Fogo) e Ricardo Rogério Dias (Santa Cruz da Concórdia).

 

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

A história de repete, a luta continua

A prisão de Nelci-Rones de Souza, diretor e ex-presidente de Sonata que faz uns anos gere a praia de Tambaba, é uma re-encenação do caso Colina do Sol, com a polícia, MP, imprensa, naturistas, e FBrN reprisando seus papeis.

A foto ao lado de Rones e sua familia - é Anne, Júnior, Rones, sua esposa e filha menor - sintetiza bem a qualidade das acusações. Uma foto absolutamente normal de uma família naturista, recebe tarjas pretas - menos onde se imaginaria mais necessário, nas "vergonhas" da menina menor e nos seios que ela não tem. O rosto de Rones é deixado sem tarjas: quem o reconhece, já sabe quem são os outros. As tarjas não são para "proteger os menores", são para insinuar que a foto seja pornográfica. No caso Colina do Sol, as "evidências" incluíram fotos de familia de Bárbara, em umas das quais não dava para saber se tratava de neto ou neta, e outras tiradas no Mirante do Paraíso.

Ouvi do norte que a polícia implicou com revistas Playboy e Brasil Naturista que Rones tinha em casa, e nas "evidências" que a polícia mostrou no caso Colina, destacou-se entre os bichos de pelúcia e os adhesivos Hogwarts, um exemplar da mesma revista.

Enquanto fiquei um mês sem postar aqui, tenho acompanhado o caso de Rones no blog Peladistas Unidos. O caso difere do caso Colina do Sol, em que é tudo mais direto. A acusação falso contra um inocente foi seguido logo com conseqüências para naturismo: dentro de dias, a proibição pelo Ministério Publico de que menores freqüentassem a praia de Tambaba. E ontem, a noticia na véspera da 20º aniversário da praia naturista de Tambaba, de que a cidade de Conde pretende fechar fechar-la:

 

O prefeito do Conde Aluisio Régio (PSDB) planeja encaminhar, nos próximos dias, para a Câmara Municipal, o pedido de revogação do Decreto Municipal nº 276/91 (de 25 de janeiro de 1991) que transformou a praia de Tambaba, naquele município e a 50 quilômetros da capital João Pessoa, em área exclusiva para a prática de Naturismo.

Aluisio tem sido muito pressionado por vereadores e associações comunitárias para proibir a prática do nudismo em Tambaba, depois dos incidentes recentes que culminaram com a prisão preventiva do ex-presidente da Sociedade Naturista de Tambaba (Sonata), Nelci Rones Pereira de Sousa.

 

As 30 moedas de prata

Mais direto, também, é a motivação financeira. O decreto municipal designou como naturista não somente a praia de meia-lua abaixo das falesias, mas toda a extensão até a foz do rio. Um empreendimento "faraônica" é proposta para aquela praia, e não se encontra 2000 famílias com dinheiro e disposição para comprar numa praia naturista.

 
O outro chama-se Reserva Garaú: prevê a edificação, no litoral sul, de complexo de três condomínios de 1007 lotes e quatro resorts com 1.892 apartamentos, 42 bangalôs, 40 lojas, heliporto, piscina com 5.000 m² de lâmina d´água e campo de golfe em área de 40 hectares. - Revista Edificar
 

A prisão do Nelci-Rones tira da parada um defensor ferrenho da praia, e enfraquece naturismo em Tambaba - e em todo o Brasil. Tambaba trouxe fama e crescimento para Conde, e no quinta-feira passada o caderno de economia do jornal O Norte citou que "Tambaba, por ser um ponto de prática naturista, atrai muita curiosidade e é apontada como o destino mais procurado, segundo profissionais do ramo."

Mas isso é dinheiro lento e contínua, enquanto o empreendimento é dinheiro grosso, e já.

Chegou aqui boato de que a denúncia contra Nelci-Rones partiu de outra naturista. É boato. Mas no caso Colina do Sol, é estabelecido que as acusações de abuso sexual partiram não das supostas vitimas, que negaram abuso dentro do Fórum e até em manifestação ao frente dele, mas da corja da Colina do Sol. Vamos lembrar de quem partiram, e porque. De Etacir Manske, atual presidente da Colina do Sol, que devia e deve dinheiro para Fritz Louderback, que parou de pagar na mesma semana que suas falsas denúncias colocaram seu credor na cadeia; de Bete e Raul - Arcelino Raul de Oliveira e Elisabethe Borges de Oliveira - igualmente devedores, e que igualmente aplicaram o calote; de João Ubiratan dos Santos, vulgo "Tuca", já condenado por sequestro, cujos ameaças motivaram Dr. André a se mudar da Colina; e de Zumbi Steffans, que fez suas acusações três dias depois de que Douglas, filho de Fritz, fugiu para Praia do Pinho com a esposa de Zumbi. E de João Olavo Paz Rosés que, com a ausência de Fritz, "tomou conta" da Colina do Sol.

A corja da Colina, em guerra contra os sócios, conseguiu reduzir os residentes de 60 em 2007, para menos de 10, números confirmados por fontes dentro e fora da Colina. A idéia, parece, é de tomar o dinheiro de SBT, e dividir entre poucos.

E a FBrN nisso?

Enquanto mais um naturista é preso, e a mais famosa praia de naturismo do país enfrenta fechamento, a FBrN emitiu uma nota dando motivos burocráticos para não defender Rones - Sonata tinha se desafiliada da FBrN - e agora emite uma chamada para Congrenat, que tem como assunto de maior relevância, o cartão INF.

A FBrN não represente ou defende o naturismo ou o naturista, mas o empreendimento. Como a Colina do Sol, é uma criação de Celso Rossi, é olhe o naturismo não pela ótico de "como defendo e promovo isso?" mas "como posso tirar dinheiro disso?"

Entre os que gastam dinheiro para praticar naturismo, e os que ganham dinheiro deles, a FBrN represente o segundo categoria, que nem a Colina do Sol, em que a prioridade de sustentar e agora de enriquecer um punhado de comerciantes (e o próprio Celso) levou a Colina ao ponto em que denuncia falsa e bomba incendiária na chaminé de velhinha são considerados opções válidas.

Limites

Existe, em tudo, limites. Discordo frontalmente com a posição de Nelci Rones sobre solteiros desacompanhados na praia, e da idéia de que a praia é de Sonata e que deve ser administrado para seus sócios, e não do município, devendo ser gerido como encargo público.

Minha posição reflete o senso geral de "Peladistas Unidos". Mas é um movimento pluralista, que confia na razão. Nelci-Rones tinha umas palavras pouco carinhosas claramente endereçadas nestes direção, ano passado. Nossa resposta na época foi de colocar a posição de Nelci no blog, para facilitar o debate.

A resposta à prisão do Rones, foi não de conferir nossos diferenças, ou medir o grão de amizade - acho que nunca encontrei Rones - mas vendo o absurdo óbvio da acusação, partir para a defesa.

Entre o caso Colina do Sol e o caso Tambaba

No Rio Grande do Sul, o papel do Ministério Pública poderia ser desculpado como uma aberração da dra. Natália Cagliari, penúltima em senioridade dos promotores de todo o Estado, enquanto em Paraíba, o MP participou do planejamento da "operação" e da coletiva de imprensa no dia seguinte. Em vez de papel de enganado, participou da trama desde o início.

Enquanto no caso Colina do Sol, o dono da revista Brasil Naturista e "conselheiro de ética" da FBrN, Marcelo Pacheco, deu uma declaração cheio de "ouvi dizer" que a juíza utilizou para manter os acusados mais quatro meses presos, até agora ele não agiu diretamente para prejudicar Rones. Igualmente, enquanto a FBrN agiu para prejudicar Dr. André Herdy na dia da sua prisão, e posteriormente no caso das terras da Colina do Sol, e acolheu e festejou seus acusadores, no caso Tambaba, a Federação somente fugiu de caso, sem dar chutes em Nelci Rones.

O naturismo organizado, que desempenhou (e desempenha) o papel de vilã no caso Colina, no caso Tambaba, está contente em ser figurante (se for possível figurante sem figurino). Uma benção para Nelci Rones.

A luta continua

Aqui, continuamos a luta. Noto que a tarefa de defender alguém acusado de um crime destes já é difícil - você imagina que acusado de outro crime, sem evidências e com as "vitimas" negado, um processo continuaria?

No caso Colina do Sol, há a ação constante da corja da Colina do Sol, visando sempre dificultar a vida dos acusados, procurando criar problemas além daqueles que suas mentiras já criaram. Contaram mentiras contra Silvio Levy, contra Cristiano Fedrigo, contra mim, contra os jovens do Morro da Pedra, contra o chefe de gabinete do Ouvidor de Segurança Publica, contra qualquer um que defendesse a direto de ser presumido inocente até provado culpado. Reclamaram que Barbara Anner incomodava em receber seus amigos e seus advogados em sua casa, e assim conseguiram que uma senhora de 73 anos foi levado de volta a cadeia.

Nelci Rones pode estar estranhando que ele não recebe ajuda do seus amigos da Sonata, daqueles com quem ele compartilhou tantas horas de sol na praia, e que é aqueles que discordam dele e para quem ele já mostrou pouco caso, que colocam as caras à tapa na sua defesa.

Mas pelo menos, ao que ouvimos daqui, os "naturistas" de Sonata não estão se esforçando para dificultar sua situação ainda mais, ou infernizar a vida da sua família; a FBrN não está vendo o que pode fazer a favor dos seus acusadores, os "Conselheiros de Ética" não estão se acotovelando para dar beijo de língua em Judas.